Nudez do adversário explica empate no particular entre Bugio e Nova Guiné

11-06-2010

Resultado inesperado num embate em que a superioridade bugiesa nunca foi questionada. A turma da Oceânia apresentou-se em campo com um futebol desordenado, mas acabou por beneficiar de forma desleal da não utilização de calções ou roupa interior por parte dos seus jogadores, prática comum da selecção de Papua-Nova Guiné nos jogos de carácter particular. Para Espiridão Tobias, seleccionador nacional do Bugio: “Os nossos jogadores deram o máximo, mas é difícil manter a concentração quando o adversário expõe partes extra-futebol em movimento oscilatório e saltitante.” Aproveitando o desconcerto dos nossos, os papuas marcaram primeiro, logo aos 12 minutos, por intermédio de Reginald Davani após cruzamento pela direita de Adrian Komu (em posição irregular não assinalada por um árbitro assistente distraído pela lata de refrigerante que o médio da Nova Guiné usava como enfeite genital).  O Bugio só empatou sobre o intervalo, aos 46 minutos, por intermédio do recém-naturalizado Zeca Berimbau. Numa segunda parte sem interesse, a selecção visitante colocou-se novamente em vantagem com um golo de Mauri Wasi (primeira ocasião na história do futebol internacional em que um golo foi marcado de testículo). A jogar contra dez após expulsão de Brian Tuhiana por ostentar sinais de entusiasmo exagerado pelo jogo, o Bugio conseguiu empatar só no fim do encontro com uma grande penalidade apontada por Elvis Ramiro, castigando carga indecorosa de Enoch sobre um traumatizado Sigerico Marmota.

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Por Bugio

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