Auxílio do FMI pago com favores sexuais compulsivos dos cidadãos

04-03-2012

Após longas horas de negociação no Ministério das Finanças e Dinheiros por Fora, o governo conseguiu acertar com a delegação do Fundo Monetário Internacional o empréstimo de 830 mil milhões de ducados para cobrir o buraco nas contas do grão-ducado agravado pela recente descida do rating bugiês da categoria DDD (lixo) para a categoria DDD- (lixo com vómito por cima) decretada pela agência franco-congolesa “Les Financiers Froufrous”. Para o ministro Barbosa Chouriço, entrevistado à saída da longa maratona negocial enquanto puxava ainda as calças para cima, “o acordo alcançado foi o que melhor serve os interesses do Bugio e, apesar dos sacrifícios exigidos daqui em diante aos cidadãos, acreditamos que o país conseguirá ultrapassar esta crise e recuperar a competitividade.”  O responsável pelas contas bugiesas tranquilizou os que receavam medidas de austeridade extremas, com cortes nos salários, despedimentos e aumento da carga fiscal, assegurando que se conseguiu evitar o pior, trocando os sacrifícios de índole económica pela concessão aos funcionários e colaboradores do FMI de uma autorização sem reservas para utilização de qualquer cidadão bugiês como escravo sexual durante o período de auxílio. A medida não contempla excepções nem dispensas, mas, como forma de aligeirar o incómodo, o governo prepara-se para anunciar que todas as cadeiras do país serão almofadadas gratuitamente e que as bebidas alcoólicas e outras substâncias que permitam esquecer passam a ser subsidiadas.

Deixe um Comentário

Por Bugio

Outros artigos