Acerca

04-04-2010

Estado soberano há inúmeros séculos e com independência internacionalmente reconhecida desde 1910, o Grão-Ducado do Bugio, apesar da proximidade com Portugal, é visto pelos cidadãos do país vizinho por entre uma nuvem de enganos, confusões e factos erróneos muitas vezes veiculados pela comunicação social e por fontes institucionais portuguesas. Com a inauguração desta página oficial, o Governo bugiês pretende contribuir para o esclarecimento geral e para um estreitamento dos laços entre dois povos ligados pela história e pela geografia.

Esperamos que fique esclarecido.

Factos

  • Capital: São Lourenço
  • Área: 14.043.000 km2
  • População: 16.000.001 habitantes
  • Forma de Governo: Monarquia parlamentar
  • Independência: 9 de Outubro de 1910
  • Localização: Europa Ocidental, barra do Tejo
  • Unidade monetária: 1 ducado=100 centavos
  • Línguas: Bugiês e português (língua de trabalho)
  • Religiões: Catolicismo, veneração ancestral da nabiça mística
  • Principais exportações: palmilhas, giz, coisas feias, calhaus, porta-chaves, lasers, equipamento informático de topo de gama, lodo
  • Feriados nacionais: Dia de S. Lourenço, padroeiro do Bugio (10 de Agosto), Independência (9 de Outubro), Proclamação do Grão-Ducado (21 de Setembro), Aniversário do Grão-Duque (27 de Março), Dia da Tolerância (12 de Outubro), Ascensão da Sagrada Nabiça (17 de Julho), Dia Nacional das Anedotas de Pretos (13 de Outubro).
  • Principais centros urbanos: Bruxelas, Antuérpia, Nassau, Santa Marta de Bolanga (Kabangwadze), Bugiópolis (Showangwabangwaningwabalangwalangwangwa), Vila Franca da Antárctida, Tony de Matos, Albergaria dos Doze.
  • Hino Nacional: Marcha Grão-Ducal

Órgãos de Soberania

O chanceler Estanislau Mendes Trambolho (em baixo) e o seu Governo. Da esquerda para a direita: Castro Pilas (ministro da Saúde), Helena Santa-Pafúncia (ministra da Cultura, Desportos e Compadrio), Honório Temporário de Giz (ministro da Indústria e Agricultura), Barbosa Chouriço (ministro das Finanças e Dinheiros por Fora), Ramalho Porcalhota (ministro da Educação e Desenvolvimento Científico), Álvaro Tintim (ministro do Interior e Justiça), Anabela Bambalhão (ministra das Obras Públicas, Ambiente e Subida das Marés), Jerónimo Salafrário (ministro dos Negócios Estrangeiros e Acepipes Variados).

Por Bugio

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